Leia o nosso Editorial: Proposta indecente

Arte/TH

Pode até parecer mentira, mas não é! E muito menos mais uma “fake news”. Uma medida, anunciada sexta-feira (8/3) pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), foi acordada em audiência judicial, famílias residentes nas comunidades do Córrego do Feijão e do Parque da Cachoeira, em Brumadinho, atingidas pela lama que vazou de uma barragem de rejeitos da Vale em 25 de janeiro, receberão uma cesta básica mensal da mineradora pelo período de um ano.

A garantia da cesta básica junta-se a outros compromissos pactuados em um termo de ajuste preliminar (TAP) firmado no dia 20 de fevereiro. O acordo prevê o pagamento de auxílio mensal emergencial aos atingidos conforme os seguintes critérios: um salário mínimo por adulto, meio salário mínimo por adolescente e um quarto de salário mínimo por criança. Têm direito a receber tais valores todos os residentes em Brumadinho
e nas localidades que estiverem a menos de 1 quilômetro do leito do Rio Paraopeba até a cidade de Pompéu, onde fica a represa de Retiro de Baixo. As quantias serão pagas durante um ano.

Sites deram a notícia, que causou revolta entre diversos internautas, classificaram como mais um absurdo, onde a justiça se mostra branda cada vez mais cega e agora surda, onde o grito dos excluídos permanecerá debaixo da sola dos sapatos dos mais poderosos investidores que usufruem das riqueza minerais do nosso país. A tragédia não só em Brumadinho, mas também em Mariana mostra o quanto a ineficácia das leis e autoridades são prematuras. Sendo que a dor das famílias, após mais uma tragédia ficará para sempre na memória de todo um país.

Da Redação/TH

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